Paladino.
-Em nome do pai- a espada toca o ombro direito do cavaleiro semi-ajoelhado- santificada seja a espada contra o mal
-Em nome do filho- a espada que pousava no ombro direito deslocou-se para pousar no ombro esquerdo- que as tuas mãos sejam instrumentos de cura.-Em nome do espírito santo- a ponta da espada desenha uma cruz invisível no peito do cavaleiro- Todos os presentes no templo em uníssono respondem, amém.
Escondidos nas catacumbas, estavam meia dúzia de humanos, menos que isso de elfos e apenas um anão- recém convertidos. Todos convertidos a um novo credo, ocultos de algozes ferozes e famintos por sua aniquilação. Um novo mundo devastado por entidades sombrias que não queriam concorrência, queriam subserviência. Extinguiram quase todos os Deuses, mas um teima em resistir e os seus adeptos teimosamente sobrevivem.
- É isso? Agora sou um Cristão? Nunca imaginei que aceitassem membros da minha raça- Falou o anão.
- Os caminhos ao nosso senhor sempre estiveram abertos, mas eram ofuscados por quem não queria ver. Venham, sim, são cristãos agora e a jornada por um mundo melhor começa aqui. Aqui não há raças, há irmandade. Aqui não há trevas, há luz. Aqui não há incertezas, há fé. Irmãos, não tenhais medo!
Combatentes santos, símbolo de esperança e justiça, que se sacrificam por um bem maior. Seguem um rígido código de conduta comum a maioria das divindades bondosas. Expulsam o mal, curam os feridos, usam espadas e montarias sagradas e sempre falam a verdade. É o melhor dos dois mundos entre o guerreiro e o clérigo, mas um cisco no olho do ladino.
Essa é a minha classe preferida.

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